quinta-feira, 16 de junho de 2016

PMB ENCONTRO ESTADUAL....

PMB realiza I Encontro Municipal nesta sexta O Partido da Mulher Brasileira (PMB) realizará o I Encontro Municipal do PMB. O evento se dará nesta sexta-feira, 17, na Câmara Municipal de Mossoró, às 17h, e contará com a presença da presidente do partido em Mossoró, Leodise Cruz, e do presidente estadual da legenda, Raimundo Mendes. O encontro também contará com a participação de pré-candidatos a vereadores, de presidentes municipais de diversas legendas e de filiados e simpatizantes do partido. Com o encontro municipal, o partido larga na frente na corrida eleitoral e já demonstra força no cenário regional, tendo filiados mais de 200 pessoas, só nos últimos quatro meses, na segunda maior cidade do RN. De acordo com a presidente da legenda em Mossoró, Leodise Cruz, o partido, recém formado no município, pretende se fortalecer. “O PMB já inicia com um número grande de filiados e mostrando a sua força, não só no RN, mas também em Mossoró, onde já possui representante na Câmara de Vereadores. Temos planos e metas para mostrar crescimento, aumentando o número de representantes e filiados”, afirma. Ainda de acordo com a presidente, o encontro também objetiva buscar novos filiados. “É um partido novo em Mossoró, pautado no reconhecimento, na consolidação e na valorização da mulher, sem a exclusão masculina no cenário, que luta pela igualdade dos direitos e por um país mais justo e igualitário”, conclui.

PMB ENCONTRO ESTADUAL....

PMB realiza I Encontro Municipal nesta sexta O Partido da Mulher Brasileira (PMB) realizará o I Encontro Municipal do PMB. O evento se dará nesta sexta-feira, 17, na Câmara Municipal de Mossoró, às 17h, e contará com a presença da presidente do partido em Mossoró, Leodise Cruz, e do presidente estadual da legenda, Raimundo Mendes. O encontro também contará com a participação de pré-candidatos a vereadores, de presidentes municipais de diversas legendas e de filiados e simpatizantes do partido. Com o encontro municipal, o partido larga na frente na corrida eleitoral e já demonstra força no cenário regional, tendo filiados mais de 200 pessoas, só nos últimos quatro meses, na segunda maior cidade do RN. De acordo com a presidente da legenda em Mossoró, Leodise Cruz, o partido, recém formado no município, pretende se fortalecer. “O PMB já inicia com um número grande de filiados e mostrando a sua força, não só no RN, mas também em Mossoró, onde já possui representante na Câmara de Vereadores. Temos planos e metas para mostrar crescimento, aumentando o número de representantes e filiados”, afirma. Ainda de acordo com a presidente, o encontro também objetiva buscar novos filiados. “É um partido novo em Mossoró, pautado no reconhecimento, na consolidação e na valorização da mulher, sem a exclusão masculina no cenário, que luta pela igualdade dos direitos e por um país mais justo e igualitário”, conclui.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

José Agripino do (DEM) Investigado

Investigação sobre Agripino aponta 'operações suspeitas' de R$ 15,9 mi  O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de fiscalização ligado ao Ministério da Fazenda, indicou "operações suspeitas de lavagem de dinheiro" envolvendo o presidente do DEM, o senador Agripino Maia (RN), no valor de R$ 15.908.096,00. O dado integra investigação sobre o senador que apura suposto recebimento de propina da construtora OAS em troca de ajuda para liberar empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O senador nega recebimento de propina e favorecimento à empresa. "Sou acusado de facilitar pagamentos feitos a OAS pelo BNDES. Que força teria eu no BNDES sendo líder de oposição há treze anos?", disse, por meio de nota. As "operações suspeitas", diz o relatório de inteligência do Coaf, teriam sido realizadas entre o senador, empresas de familiares e assessores, de dezembro de 2011 a novembro de 2014, "exatamente em épocas de campanhas eleitorais". Para a Polícia Federal, trata-se de um indício de que pedidos de doações eleitorais feitos por Agripino à OAS "foram prontamente atendidos, e podem ter-se constituído em forma dissimulada de repasse de propina". Obras no Arena das Dunas A suposta vantagem da OAS ao senador teria sido paga, segundo as investigações, em troca da atuação do senador junto a órgãos de fiscalização com o objetivo de destravar financiamento do BNDES para a OAS realizar obras na Arena das Dunas, estádio construído em Natal para sediar as obras da Copa do Mundo de 2014. Em discurso no último dia 26 de abril no Senado, Agripino admitiu ter se reunido com conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para esclarecer supostas irregularidades na obra. Disse, no entanto, que o órgão de fiscalização não aceitou as explicações. O aval do tribunal era necessário para destravar o empréstimo do BNDES. Mas, segundo o senador, foi o Tribunal de Contas da União (TCU), que deu parecer favorável. Agripino diz não ter atuado junto ao órgão no caso. Em relação às movimentações financeiras, Agripino sustenta que são relacionadas a negócios de sua família. Em nota, diz desejar celeridade na apuração dos fatos e diz que seus extratos bancários e declarações de Imposto de Renda "esclarecerão definitivamente a movimentação financeira questionada". Inquérito O inquérito foi aberto no ano passado a partir da descoberta de trocas de mensagens de celular entre Agripino e Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, numa investigação da Operação Lava Jato. Como o caso de Agripino não está relacionado a desvios na Petrobras, ficou de fora da Lava Jato e tem como relator o ministro Luís Roberto Barroso. No início deste mês, a PF pediu prorrogação do inquérito para coletar mais provas. Um dos caminhos é colher dados de voo e hospedagem, em Natal, de funcionários do doleiro Alberto Youssef que entregavam propina da OAS para caixa 2 de campanhas. Já foram autorizadas quebras de sigilo de Agripino, vários de seus parentes e de empresas ligadas à família. O próprio senador e um de seus filhos, o deputado federal Felipe Maia (DEM-RN), deverão depor no caso. Na nota distribuída à imprensa, Agripino também informa que se manifestou sobre a investigação de que é alvo no discurso que fez na tribuna do Senado no dia 26 de abril. Fonte: G1 RN.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Desistência.....

Eleições 2016: Adjano Beserra não e candidato a prefeito de Baraúna em 2016..
Neste Domingo (12) em uma reunião com lideres de partidos e pré candidatos a vereadores, ele Adjano Beserra anunciou que não será mais pré-candidato a prefeito de Baraúna para 2016. Decisão essa, pessoal dele pra o momento, e que tem outras atividades empresariais  que estão a tomar seu tempo. O PMDB tem o nome  da atual prefeita Luciana que também pode disputar as eleições , ele nos relatou que como o  presidente do diretório local do PMDB não colocará barreiras em que for o escolhido e deseja Boá sorte pro momento.

Nota do Blog: Assim desejamos sucesso a Adjano Beserra, em seus negócios empresariais, como também  em sua decisão política...

quinta-feira, 2 de junho de 2016

SEMINÁRIOS ELEITORAL PELO PAIS...

INSTITUTO NOVO ELEITORAL TEM EVENTOS PROGRAMADOS EM VÁRIOS ESTADOS DO PAÍS.Em ano de eleições municipais é importante estar atento as normas da legislação eleitoral. Com esse intuito, o Instituto Novo Eleitoral lança uma programação de cursos com foco em Direito Eleitoral e Direito Partidário. As formações ocorrem em várias regiões do país. As datas dos cursos estão confirmadas de abril até julho deste ano. Os encontros ocorrem em estados como Pará, Tocantins, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Ceará. Todos os cursos confirmados são presenciais. “Estamos em ano de eleições e é preciso se informar. Algumas regras mudaram e o curso abrange todas as informações pertinentes”, explica o juiz de direito e professor dos cursos Herval Sampaio Júnior. “Percebemos que há uma grande procura e os cursos são destinados a dirigentes partidários, candidatos, advogados, contadores e demais envolvidos no processo eleitoral em 2016”, complementa o servidor do TRE e especialista em Direito Eleitoral, Márcio Oliveira. As formações citadas são presenciais. Além destas, o Instituto Novo Eleitoral também disponibiliza cursos on-line sobre as eleições 2016 que podem ser acessadas no endereço eletrônico: www.institutonovoeleitoral.com.br Próximos cursos do Instituto Novo Eleitoral (programação junho e julho): 03 de junho - Baraúnas 11 de junho – Natal (RN) 18 de junho – Patu (RN) 25 de junho – Barbacena ( MG) 02 de julho – Mossoró (RN) 09 de julho - Sousa (PB) 16 de julho - Mossoró (RN) 13 de agosto - Alexandria (RN)

OPOSIÇÃO.....

A oposição tem um time de futebol para escolher, mas se não escolher bem seus jogadores e se articular melhor perder o jogo! os dois que formarão a chapa majoritária de oposição o Advogado Saldanha lançará a sua neste dia 4  . Na arquibancada, a situação espera o desfecho. Preparativos para a sua indicação as eleições já começou...

BASTIDORES DA POLÍTICA BARAÚNENSSE...

BARAÚNA: NOVIDADES ESTÃO COM HORAS CONTADAS. Que a política desse ano na terra da fruticultura e do calcário guarda surpresas, isso ninguém duvida. Mas, em Baraúna, deverá se revelar por esses dias as decisão tomadas no dia de ontem por uma união de partidos, que poderá mexer e muito com o cenário político da cidade. mesmo sabendo que esses partidos alguns ainda não tem uma grandiosa notoriedade no município. Porém, diante de um "angú de caroço" que tornou-se o diálogo para as composições visando 02 de outubro próximo, qualquer desfalque nos grupos  fará falta. Aguardemos as próximas decisões...

terça-feira, 31 de maio de 2016

Regras Eleitoral ....

Eleições 2016: propaganda eleitoral de candidatos deve respeitar restrições da legislação A legislação sobre propaganda eleitoral nas Eleições Municipais de 2016 contém uma série de restrições para as quais os candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador, partidos e coligações devem ficar atentos. A propaganda eleitoral está liberada a partir do dia 16 de agosto e termina no dia 1º de outubro, na véspera da eleição, em primeiro turno. As regras estão na Resolução TSE nº 23.457/2015, que trata da propaganda eleitoral, do horário gratuito no rádio e na TV e das condutas ilícitas na campanha de 2016. As punições para quem descumprir as proibições impostas vão de multa até mesmo detenção. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Admar Gonzaga, alerta os candidatos, partidos e coligações sobre a necessidade de respeito às regras da propaganda eleitoral, para evitar problemas futuros. “É preciso muita atenção, posto que a propaganda antecipada, quando exorbitante - seja quantitativa ou qualitativamente - pode configurar abuso de poder econômico, algumas vezes associado a uso indevido dos meios de comunicação, de que dispõe o artigo 22, inciso XIV, da Lei Complementar nº 64/90, que pode resultar na cassação do registro ou do diploma, além de uma inelegibilidade pelo período de oito anos”, esclarece. Além disso, adverte o ministro, é necessário que o agente público tenha muito cuidado com a publicidade institucional. “Sobretudo agora, quando proibido o financiamento de campanha por pessoa jurídica, do que se conclui que muito mais grave será a utilização de recursos públicos para essa espécie de divulgação, seja ela antes do período crítico (do artigo 73, inciso VI, alínea b, da Lei nº 9.504/97), ou durante esse período [três meses antes do pleito], que será tomado como algo muito mais grave”, destaca o magistrado. Propaganda intrapartidária Ao candidato que pretende concorrer nas eleições de outubro, a lei permite que ele possa fazer propaganda intrapartidária, nos 15 dias anteriores à convenção do partido, com o objetivo de promover a indicação de seu nome. Pode inclusive colocar faixas e cartazes em local próximo à convenção, com mensagem dirigida aos convencionais, sendo proibido, no entanto, o uso de rádio ou televisão e de outdoor. As regras determinam que essa propaganda deve ser imediatamente retirada logo após o evento. As convenções dos partidos para deliberar sobre coligações e escolha de candidatos a prefeito, vice-prefeito e a vereador devem ocorrer de 20 de julho a 5 de agosto. Propaganda antecipada A lei não considera propaganda eleitoral antecipada se não houver pedido explícito de voto, menção a uma pretensa candidatura, e a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos. Permite a participação de filiados a partidos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos. As emissoras de rádio e TV devem dar tratamento isonômico aos pré-candidatos. Será considerada propaganda eleitoral antecipada a convocação por parte do presidente da República, dos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF), de redes de radiodifusão para divulgar atos que denotem propaganda política ou ataques a partidos e seus filiados ou instituições. Propaganda eleitoral geral Qualquer que seja a sua forma ou modalidade, a propaganda eleitoral sempre mencionará a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional. Além disso, não deverá usar de meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais. Para a eleição majoritária (prefeito e vice-prefeito), a propaganda da coligação utilizará, obrigatoriamente, sob sua denominação, as legendas de todos os partidos que a compõem. A propaganda dos candidatos a cargo majoritário deverá conter também os nomes dos candidatos a vice, de modo claro e legível, em tamanho não inferior a 30% do nome do titular. Já na propaganda para a eleição proporcional (vereador), cada partido usará somente a sua legenda sob o nome da coligação. A lei estabelece que a realização de qualquer ato de propaganda partidária ou eleitoral, em local aberto ou fechado, não depende de licença da polícia. Alto-falantes, showmícios, brindes e outdoors É permitido o uso de alto-falantes ou amplificadores de som na propaganda eleitoral somente das 8h às 22h, sendo proibido o uso desses equipamentos a menos de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios, hospitais, casas de saúde, escolas, bibliotecas públicas, entre outras instituições. A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) proíbe também a realização de showmício e de evento assemelhado para promover candidatos. E, ainda, a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral. Também é proibido ao candidato ou comitê distribuir na campanha brindes, camisetas, chaveiros, bonés, canetas, cestas básicas ou qualquer outro bem ou material que possa proporcionar vantagem ao eleitor. Neste caso, o infrator poderá responder pela prática de compra de voto, uso de propaganda vedada e, conforme a conduta, por abuso de poder. A propaganda eleitoral por meio de outdoors, inclusive eletrônicos, não é permitida. A empresa responsável, os partidos, as coligações e os candidatos que desrespeitarem essa regra estão sujeitos à imediata retirada da propaganda irregular e ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil. Não é possível o uso de engenhos ou de equipamentos publicitários ou de conjunto de peças de propaganda que, justapostas, se assemelhem ou causem efeito visual de outdoor. O ministro Admar Gonzaga observa que as regras da propaganda eleitoral buscam coibir as práticas e os abusos que causam desequilíbrio na disputa entre os candidatos. “Justamente o abuso, ou seja, uma propaganda antecipada, com alta abrangência, ou a utilização de artefatos publicitários, em qualidade e quantidade incompatíveis com os recursos apresentados na prestação de contas. Entendo que isso será avaliado atentamente pelo Ministério Público e pelos próprios candidatos que se sentirem prejudicados nessa vertente da igualdade de oportunidades”, ressalta o ministro. Propaganda em bens públicos e particulares É vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta, colocação de placas, faixas, estandartes, cavaletes, bonecos e peças afins em bens em que o uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam. E ainda nos bens de uso comum, inclusive postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos. Também é proibida a colocação de propaganda eleitoral em árvores e jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios. Já a propaganda em bens particulares não depende de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral, desde que seja feita em adesivo ou em papel, não supere a meio metro quadrado e não contrarie a legislação eleitoral. A justaposição de adesivo ou de papel em que a dimensão exceda a meio metro quadrado configurará propaganda irregular, devido ao efeito visual único, mesmo que a publicidade, individualmente, tenha respeitado a dimensão prevista. A lei estabelece que a propaganda eleitoral em bens particulares deve ser espontânea e gratuita. Está proibido qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa propaganda. Folhetos, adesivos e derrame de propaganda Também não é necessária licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral para veicular propaganda eleitoral por meio de folhetos, adesivos, volantes e outros impressos. Esses devem ser editados sob a responsabilidade do partido, da coligação ou do candidato. É facultada a impressão em braille de seus conteúdos. Todo material impresso de campanha terá que trazer o CNPJ ou o CPF do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou, e a respectiva tiragem. O infrator que descumprir essa regra responderá pelo uso de propaganda vedada e, se for o caso, por abuso de poder. Ainda que feito na véspera da eleição, o derrame (ou a sua concordância) de material de propaganda no local de votação ou em áreas próximas se caracterizará como propaganda irregular. Propaganda na internet e telemarketing A propaganda eleitoral pela internet também está liberada a partir de 16 de agosto. A resolução do TSE afirma que a livre manifestação do pensamento do eleitor identificado na internet somente é passível de limitação quando ocorrer ofensa à honra de terceiros ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos. É proibida a propaganda eleitoral paga na internet. Será possível fazer propaganda eleitoral na internet em sites do candidato, do partido ou coligação e por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, pelo partido ou coligação. E também por meio de blogs, redes sociais, sites de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos, coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural. Não é admitida a propaganda eleitoral pela internet, ainda que gratuita, em sites de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, e em sites oficiais ou hospedados por órgãos ou por entidades da administração pública direta ou indireta da União, estados, Distrito Federal e dos municípios. É livre a manifestação do pensamento, sendo proibido o anonimato na campanha eleitoral na internet. A lei assegura o direito de resposta, inclusive por outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica. Sem prejuízo das sanções civis e criminais ao responsável, a Justiça Eleitoral poderá determinar, por solicitação do ofendido, a retirada de publicações que contenham agressões ou ataques a candidatos em sites da internet, incluindo redes sociais. É proibida a venda de cadastro de endereços eletrônicos. As mensagens eletrônicas enviadas por candidato, partido ou coligação, por qualquer meio, deverão conter mecanismo que permita ao destinatário se descadastrar, sendo o remetente obrigado a providenciar a retirada do nome em 48 horas. As mensagens encaminhadas após esse prazo sujeitam os responsáveis à multa de R$ 100,00 por mensagem. Quem fizer propaganda eleitoral na internet, atribuindo de forma indevida sua autoria a terceiro, inclusive candidato, partido ou coligação, será punido com multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil, sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis. Está proibida a propaganda eleitoral via telemarketing em qualquer horário. Na imprensa escrita Até a antevéspera das eleições, pode haver a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso, de até dez anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de um oitavo de página de jornal padrão e de um quarto de página de revista ou tabloide. O anúncio deverá trazer, de maneira visível, o valor pago pela inserção. Está autorizada a reprodução virtual no site do próprio jornal de sua edição impressa, independentemente de seu conteúdo. No entanto, deve ser respeitado integralmente o formato gráfico e o conteúdo editorial da versão impressa. Não será tomada como propaganda eleitoral a divulgação de opinião favorável a candidato, partido ou coligação pela imprensa escrita, desde que não seja matéria paga. Porém, serão apurados e punidos os abusos e os excessos, assim como as demais formas de uso indevido do meio de comunicação. No rádio e na TV A partir de 30 de junho, as emissoras de rádio e televisão estão proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de aplicação de multa e de cancelamento do registro da candidatura de quem tenha se beneficiado. Já a partir de 6 de agosto, as emissoras ficam impedidas, em sua programação normal e noticiário, de veicular propaganda política e dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, entre outras restrições. Debates Os debates veiculados nas emissoras de rádio e TV seguirão as regras estabelecidas por acordo feito entre os partidos e a pessoa jurídica interessada na realização do evento, além de ser necessário comunicar à Justiça Eleitoral com antecedência. Candidato na eleição proporcional (vereador) somente pode participar de apenas um debate na mesma emissora. Quando transmitidos na televisão, os debates deverão usar, entre outros recursos, subtitulação por meio de legenda oculta, janela com intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e autodescrição. No primeiro turno, o debate poderá ser feito até as 7h do dia 30 de setembro. E, em caso de segundo turno, até a meia-noite de 28 de outubro. Propagandas não toleradas A legislação proíbe propaganda de guerra, de processos violentos para subverter o regime, a ordem política e social, ou de preconceitos de raça ou de classes. Veda ainda o incitamento de atentado contra pessoa ou bens; caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa, além de atingir órgãos ou entidades que exerçam autoridade pública; perturbe o sossego público; prejudique a higiene e a estética urbana, entre outras. Acesse aqui a íntegra da Resolução TSE nº 23.457/2015.

sábado, 28 de maio de 2016

A VERDADE TEM QUE SER DITA....

A administração de Baraúna que tem a frente Luciana Oliveria (PMDB) está colocando Baraúna num patamar bastante negativo no cenário estadual em virtude do caos evidenciado em vários setores da municipalidade, sobretudo no que se refere à ineficiência no tocante a continuidade ou conclusão de obras, regularidade nos serviços de iluminação e limpeza pública, além das más condições de atendimento ofertadas à população na área da saúde. A repercussão sobre o desastre administrativo é tamanho por essas bandas que o assunto já ganhou destaque negativo em todo canto. Efeito esse que gera nas redes sociais imaginação popular. Diante disso não posso negar que Baraúna  está  "Suja, feia e desmantela administrativamente . É como se encontra a cidade de Baraúna hoje abandonada essa é a verdade. A administração de Baraúna hoje esta arquejando." Como se vê, o desmantelo instaurado na gestão municipal está repercutindo além fronteiras. Sem dúvidas, uma péssima publicidade institucional uma péssima popularidade para qualquer prefeito que deseja disputar a reeleição do lado da gestão atual essa é a realidade que vivemos. Que dureza... Hein?

ELEIÇÕES HÍBRIDAS...

60 municípios do RN vão ter eleições híbridas em outubro. O Tribunal regional Eleitoral do Rio Grande do Norte - TRE-RN realizará eleições híbridas em 60 municípios potiguares que estão em processo de coleta de dados para revisão biométrica do eleitorado. Os eleitores dessas cidades poderão votar através da biometria (impressão digital, para os cidadãos que realizaram a revisão), bem como pela identificação tradicional (para os que não realizaram). Dos 60 municípios que fizeram o cadastramento biométrico em atendimento ordinário em 2015-2016, ou seja, sem obrigatoriedade, São José do Seridó possui a maior porcentagem de eleitores revisados (89,6%, equivalente a 3692 eleitores), enquanto que Boa Saúde detém a menor (7,6%, 594 eleitores). No Rio Grande do Norte, 68 cidades já concluíram a biometria e 73% do eleitorado já passou pela revisão. Em 2015-2016, aproximadamente 630 mil eleitores potiguares realizaram a coleta. O eleitor que votar por sistema biométrico também deve comparecer à seção eleitoral portando documento original com foto, uma vez que a biometria é um adicional na garantia da segurança nas eleições.