BLOG KAIO SERGIO BARAÚNA

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BLOG DO KAKA

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Sou mais Dilma.......

Dilma ainda pode ganhar? Se conselho valesse grande coisa, muito vagabundo estaria rico. Mesmo assim, darei um aos amigos leitores e às queridas leitoras, que estão preocupados com a possibilidade de um novo Collor ganhar as eleições, interrompendo o processo de avanço sócio-econômico que estamos vivendo. É o mesmo conselho que Lula deu a Evo Morales, num dos momentos mais difíceis vividos pelo presidente da Bolívia, há alguns anos: “paciência, paciência, paciência”. Eu acrescentaria outra palavra: serenidade. Não acho que Marina Silva ganhe as eleições. O povo brasileiro, num segundo turno, não irá embarcar numa aventura que tem cheiro, cara e sabor de plano B da direita retrógrada para reassumir o poder. Mas quem pode prever o que virá? Nesses tempos de redes sociais, tudo pode acontecer. O “zeitgeist”, o espírito do tempo, tem andado um tanto arisco e imprevisível. Tocqueville já ensinava, na primeira metade do século XIX, que eleições são sempre um momento de crise nacional, porque todas as forças sociais, econômicas, políticas, entram em estado de tensão máxima. Num país tão complexo como o Brasil, com tantos interesses contraditórios em jogo, com tantas disparidades regionais, econômicas e sociais, a tensão chega às vezes a nível insuportável. Mas isso é democracia, uma conquista da nossa sociedade. E o que estamos assistindo é a eclosão do que existe de mais emocionante num regime democrático: o entrechoque de ideias e projetos. Até mesmo a “despolitização” da maioria da população, em especial da juventude, tão denunciada por todos, inclusive por este blog, é um conceito relativo, porque, em verdade, somente a experiência ensina. Na introdução de sua Crítica da Razão Pura, Kant ensina que “nenhum conhecimento precede a experiência, todos começam por ela.” Isso vale para tudo, e logo também para nossa juventude e para o processo político. Se a história de nossa democracia quiser que ela – a juventude – experimente um governo de Marina Silva, para que possa entender melhor os erros e acertos do PT, então será isso que acontecerá. A despolitização, portanto, seria apenas um outro nome para o início de um processo massivo de politização dos jovens e da nova classe média. O Brasil não vai acabar com a vitória de Marina. Nem acho que haverá o “desmantelamento” de todas as nossas conquistas. Pode haver retrocessos, mas não brutais. Não exatamente por causa de Marina, em quem não confio, mas porque a população hoje tem mais voz, através das redes sociais, tem mais força de rua, após as “jornadas de junho”, e o Congresso Nacional saberia impor resistência importante a qualquer loucura da presidente. O governo Marina deverá exercer um neoliberalismo moderado. A mídia tucana já começou a pressionar Marina Silva, para ela governar em aliança com o PSDB. De fato, como o embate no segundo turno será sangrento, haverá pressão insuportável para que o PSB assuma compromissos políticos com o PSDB, o partido mais estruturado e orgânico da oposição. Mas não se pode esquecer que o esvaziamento de Aécio, o candidato do PSDB, reflete justamente a hostilidade da população contra o neoliberalismo não disfarçado e radical deste partido. Marina pagará um preço altíssimo se entregar fatias do governo em mãos tucanas. Ou seja, fortalecerá o PT, que por sua vez voltará a se aproximar da juventude. A principal força de Marina, o que a torna realmente uma ameaça à eleição de Dilma, é a adesão a ela de uma significativa parcela da esquerda juvenil, não-partidária. Uma juventude que, a bem da verdade, ainda nem sabe que é de esquerda. Mas é. O maior problema de Dilma se encontra em sua baixa aprovação numa juventude que nunca viveu sob outro governo que não o PT. Não tem como fazer a comparação, portanto, entre o atual estado de coisas e o inferno tucano. A juventude pensa no futuro, e por isso a campanha de Dilma, se quiser conquistar ao menos uma parcela deste eleitorado, terá que falar mais do que pretende fazer daqui para frente do que apenas relatar o que já fez. As realizações do governo já deveriam ser de conhecimento público. É absurdo que o Brasil tenha tido que esperar o início do horário eleitoral para conhecê-las. O horário político deveria ser usado para focar nas propostas para a próxima gestão, e não para fazer um balanço do passado. De qualquer forma, duvido que um eventual governo Marina tenha força para “deixar o pré-sal em segundo plano”, conforme prometeu a ex-petista, embora seja absolutamente aterrorizante que uma candidata com chances de ganhar as eleições fale uma coisa dessas. O Brasil, para se desenvolver, precisa continuar construindo hidrelétricas. Dezenas ou mesmo centenas delas. Algumas usinas nucleares a mais também seriam bem-vindas. Dilma tem consciência disso e está fazendo várias hidrelétricas e tem um bom programa nuclear, sem esquecer de nenhuma alternativa: eólica, biomassa, solar, etc. Com Marina, esses projetos correriam grave risco. Seriam, no mínimo, atrasados em quatro anos. O maior perigo, num governo Marina, é a instabilidade decorrente de um governo fraco e ideologicamente confuso, feito dessa mistura esquisitíssima entre o ambientalismo radical e o neoliberalismo do banco Itaú, do Giannetti e do André Lara Resende, economistas ultratucanos. Lara Resende, não devemos esquecer, foi o economista que convenceu Collor a confiscar a poupança dos brasileiros. A blogosfera também não irá acabar, conforme acusam nossos adversários, e temem alguns de nossos amigos. Durante as eras Lula e Dilma, o Cafezinho viveu sem dinheiro de governo ou partido e poderá continuar assim num governo Marina. Nenhuma diferença. Continuaremos crescendo e nos fortalecendo. Na verdade, talvez seja até mais fácil obter anúncios privados e públicos num governo Marina, porque ninguém poderá mais nos acusar de “governistas” ou “chapa-branca”, esse estigma que a grande imprensa colou nos blogs como se fosse crime político defender um governo. Quanto aos blogs que recebem anúncio estatal, eu quero ver cair a máscara democrática da oposição. Os governos do PT introduziram uma mídia técnica que, ao cabo, beneficiou muito mais os veículos de direita. Eu sempre critiquei um parâmetro que se revelou totalmente desconectado do nosso contexto histórico, e na contramão da política do governo de promover a desconcentração de renda. Nesse sentido, não foi democrático. Ninguém pode negar, contudo, que tenha sido um critério absolutamente apartidário e técnico. Por isso será instrutivo assistir ao que fará a oposição no poder. Será republicana e generosa como foi o PT, ou cortará até mesmo as migalhinhas que iam para dois ou três blogs, apenas porque não gostam deles? Bem, a vitória de Marina significará poder para Roberto Freire, supra-sumo da hidrofobia e do rancor partidário, então não tenho esperanças de nenhuma magnanimidade por parte do governo. Não sou do PT, não tenho sequer nenhum amigo mais próximo trabalhando no governo federal, nem mesmo parente, que eu me lembre, então minha vida continuará rigorosamente a mesma. O blog tem quase 500 assinantes e continuarei trabalhando duro para prosseguir colhendo mais assinaturas e sobreviver. Aliás, se quiser assinar, clique aqui. Mas também já entendi que o ambiente de criminalização da política nos força, sobretudo jornalistas e comunicadores, a uma postura reativa e pusilânime, como que tentando provar a todo momento que não somos partidários. Eu vivo numa democracia e defendo quem eu quiser, da maneira que eu quiser, e acho um absurdo que alguém seja discriminado ou ofendido por votar ou defender um governo ou partido, como acontece tantas vezes no Brasil, onde nossa mídia vive a lançar calúnias contra os blogs apenas porque eles não são hipócritas e demonstram, transparentemente, que tem lado. Ter lado é bom, e talvez um dia os jornalistas da grande imprensa, num futuro distante, desfrutem da liberdade de expressão que eles tanto fingem defender para o país, mas que seus patrões lhes proíbem. Espero que eles conquistem, algum dia, a maravilhosa liberdade política de defender um candidato, um governo, um partido, sem que isso implique no desprestígio de seu trabalho e de sua seriedade profissional. * Ao longo da minha carreira, sofri apenas três processos: um do Ali Kamel, que perdi em primeira instância, mas com o valor reduzido de R$ 41 mil para R$ 15 mil, e que espero vencer na segunda instância ou no STF; outro de um marketeiro do finado Eduardo Campos (esqueci o nome do sujeito), uma besteira insossa repleto de asserções incrivelmente reacionárias, que tenho certeza que irei ganhar, em primeira instância ou no recurso; e outro de uns servidores de uma estatal paulista, que eu venci absolutamente (já transitou em julgado, eles não recorreram). Neste sentido, as coisas estão sob controle. Estou em paz com a Justiça brasileira. Também não acho que os blogs serão “massacrados” num governo Marina. Por que eles fariam isso? Qualquer ataque aos blogs só lhes dariam mais cartaz. Ao contrário, os blogs ganhariam importância política, porque para eles convergiriam as forças de esquerda derrotadas: sindicais, partidárias e sociais. Não é por interesse pessoal, portanto, que defendo um voto em Dilma Rousseff. Nem por algum tipo de visão desesperada de mundo, segundo a qual o Brasil iria pelos ares se o PT fosse alijado do poder. Eu defendo o voto em Dilma e faço o bom combate político ao projeto de Marina Silva porque acho a presidenta, pese todos os seus defeitos, representa o projeto que tem mais condições de terminar as grandes obras de infra-estrutura e mobilidade urbana que estão sendo conduzidas no Brasil. Tenho uma série de críticas políticas ao governo, aos partidos no poder, à presidenta. Elas são públicas porque eu já as repeti várias vezes aqui no blog, e podem ser resumidas numa só: faltou debate político, faltou comunicação. Um governo e uma presidenta nunca podem fugir do debate. Tem corrupção no Brasil? Tem. Há problemas graves na saúde e na educação? Há. As cidades estão à beira de um colapso urbanístico? Estão. O governo deveria ser o primeiro a admitir isso, na TV, em entrevistas, e convocar a população a participar do debate de como superar esses problemas. Pintar um mundo cor de rosa foi o grande erro do governo. Isso faz as pessoas se sentirem enganadas. As pessoas são seduzidas pela sinceridade, pela informação, pelo debate onde elas mesmos participam, não pela propaganda. O mundo nunca será cor de rosa. Além disso, no mundo contemporâneo, e nas circunstâncias específicas do nosso país, que tem a mídia mais concentrada, mais reacionária e mais golpista de todo o mundo democrático, era obrigação do governo ter promovido um grande debate nacional sobre o nosso sistema de informação. E o que tivemos? Paulo Bernardo, de um lado. Helena Chagas, de outro. Se não tinham segurança de que a correlação de forças permitiria propor uma regulamentação constitucional dos meios de comunicação, poderiam ao menos elaborar políticas de fomento à criação de centros independentes de produção de conteúdo. O tamanho do Brasil – e a gravidade do problema – pedia projetos de comunicação da envergadura de um Pronatec. Alguma coisa para criar dezenas de milhares de espaços digitais, que refletissem a incrível e maravilhosa diversidade do povo brasileiro, e que constituíssem uma força orgânica, autônoma, sustentável, que pudesse enfrentar os períodos em que a esquerda passasse para a oposição. Não fizeram nada, e agora, se a direita voltar ao poder, teremos que construir uma resistência praticamente do zero. Só que esses erros, e outros, não são suficientes, nem de longe, para eu desistir do projeto. Os acertos foram imensos. Sigo apoiando a eleição da nossa Dilminha, guerreira de coração valente, uma das pessoas mais honradas que já ocuparam o seu cargo, com otimismo e esperança de vitória! Até porque, como diziam os anarquistas do século XIX, que sacrificavam suas vidas por lutas às vezes completamente utópicas: a única luta que se perde é a que se abandona!

Nada de concreto só gastos...

PROGRAMA DE MARINA TRARÁ GASTOS DE R$ 95 BILHÕES AO ANO. Analistas avaliam propostas da candidata do PSB. As propostas apresentadas na sexta-feira pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, vão provocar gastos adicionais de cerca de R$ 95 bilhões ao ano. O maior impacto será na área da Saúde, com a intenção de destinar 10% da receita corrente bruta da União para o setor: de R$ 54 bilhões em 2015, segundo o próprio Ministério do Planejamento. Pela regra proposta por Marina, deveria ser aplicado em Saúde um valor de R$ 153,4 bilhões (10% da receita corrente bruta de 1,533 trilhão). O valor da receita corrente bruta foi informado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e depois pelo Planejamento. O piso constitucional da Saúde para 2015 foi calculado em R$ 99,4 bilhões. Na área das políticas sociais, Marina Silva propõe transformar o Bolsa Família em política pública permanente e oferecer o benefício a mais 10 milhões de famílias no programa. Hoje, são 14 milhões de famílias a um custo de R$ 27,1 bilhões. Há ainda a defesa de uma “terceira geração de programas sociais”, que assegurem acesso a serviços públicos de qualidade e a plena emancipação das famílias beneficiadas (a chamada porta de saída dos programas sociais). A professora Margarida Gutierrez, do Coppead da Universidade Federal do Rio (UFRJ), argumenta que é preciso dizer de onde virão os recursos: — O Bolsa Família não é um programa caro, foram cerca de R$ 25 bilhões no ano passado. Com mais dez milhões, dobraria quase o gasto. Já aumentar em R$ 54 bilhões em Saúde é muito. Seria muito bom, mas isso implica redução de gasto em custeio. Parece que ela está trabalhando com um Orçamento que não tem de fato. É louvável, mas não é fácil.

Pesquisas e mais pesquisas.

DATAFOLHA REGISTRA PESQUISAS SOBRE SUCESSÃO PRESIDENCIAL E NOS ESTADOS. O instituto Datafolha registrou na sexta-feira (29) nova pesquisa eleitoral sobre a sucessão presidencial. A sondagem foi contratada pela Folha e pela TV Globo e a coleta de dados será realizada desta segunda-feira (1º) até a quarta-feira (3). Além das intenções de voto para a disputa presidencial, a pesquisa irá medir a aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). O questionário completo da sondagem do instituto, registrada sob o protocolo BR-00517/2014, está disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O Datafolha também registrou pesquisas sobre o cenário eleitoral nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará e no Distrito Federal. Os levantamentos irão medir as intenções de voto tanto para as eleições aos governos estaduais como para as disputas ao Senado Federal. A coleta dos dados será realizada nesta terça-feira (2) e na quarta-feira (3). No Ceará, ela será promovida entre a segunda-feira (1º) e a terça-feira (2).

domingo, 31 de agosto de 2014

Setembro cidadão.

Projeto “Setembro Cidadão” no RN é pioneiro em todo País A partir de segunda-feira (01), o Rio Grande do Norte vai abraçar o projeto “Setembro Cidadão”, idealizado pelo juiz Jarbas Bezerra e a advogada Lígia Limeira a partir da experiência de uma década, na elaboração de livros educativos. O projeto, que é pioneiro no reconhecimento da importância da cidadania, faz parte do Programa Brasileiro de Educação Cidadã – PROBEC, e se assemelha ao movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa e a campanha de conscientização do Novembro Azul. O dia 10 de setembro foi escolhido para celebrar o ‘Dia Estadual da Educação Cidadã’ no Rio Grande do Norte, a partir da Lei Complementar nº 494/2013, instituída em 27 de agosto de 2013, por unanimidade pela Assembleia Legislativa. A escolha da data refere-se à nota máxima exigida, na educação, aos melhores alunos. E, em paralelo aos ensinamentos, a cidadania deve envolver as condutas sociais. Já o mês de setembro, por ser marco de celebrações de várias datas em torno do tema. Os dias 6, 7, 8 e 10 de setembro, por exemplo, são respectivamente: Dia da Oficialização da Letra do Hino Nacional; Dia Nacional da Alfabetização e Dia da Educação Cidadã e o mês Setembro Cidadão no Rio Grande do Norte.

Dilma vence Marina com folga no RN.

No Rio Grande do Norte, Dilma vence Marina com folga Nominuto.com – Apesar do furacão Marina, a presidente Dilma Rousseff (PT) lidera com folga no Rio Grande do Norte. A petista tem 48,7% das intenções de voto na pesquisa estimulada Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). Marina Silva (PSB) aparece com 21,7% das preferências. Aécio Neves (PSDB) tem 7,9%. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto do eleitor potiguar.Brancos e nulos somaram 12,7%, e não respondeu 7%. Na pesquisa espontânea, Dilma somou 44,9% das preferências. Marina teve 20,4% das citações, seguida de Aécio com 7,2% das intenções de voto. Os demais candidatos à Presidência da República não atingiram 1%. Brancos e nulos somaram 11,6%, e não respondeu 14,5%. A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014. Rejeição – Dilma apresentou rejeição de 22,3%. Aécio Neves é o segundo mais rejeitado com 18,6%, seguido de Marina com 14,4%. Pastor Everaldo (PSC) é rejeitado por 9,5%; Levi Fidélix (PRTB) por 2,7%; Zé Maria (PSTU) por 2,1%; Rui Costa Pimenta (PCO) por 1,9%; Eduardo Jorge (PV) por 1,5%; Eymael (PSDC) por 1,4%. Os demais não chegaram a 1% de rejeição. Brancos e nulos somaram 13,8%, e não respondeu 10,4%. Estimulada Espontânea

Será que a beleza influência na hora de votar.

Fábio, Felipe e Sandra são os mais citados para Câmara dos Deputados Ainda é grande o número de eleitores indecisos ou que vão anular o voto. Reprodução/Seta Instituto O eleitor se mostra bastante indefinido na eleição de deputado federal. Fábio Faria (PSD), Felipe Maia (DEM) e Sandra Rosado (PSB) lideram a corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados, aponta a pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31) com eleitores de todo o Estado. Fábio tem 5,4% das intenções de voto, seguido por Felipe com 3,5% e Sandra com 3,5% das preferências. Rafael Motta (PROS) tem 2,6%; Walter Alves (PMDB) aparece com 1,7%; e Zenaide Maia (PR) com 1,6%. Os demais candidatos citados não chegaram a 1% (conferir quadro acima). O eleitor se mostra bastante indefinido na eleição de deputado federal. Brancos e nulos somaram 28,1%, e 47,3% não sabem ou não responderam. A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

Corruptos a culpa e de quem.

CORRUPTOS OU CORROMPIDOS, QUEM É QUEM?

Seria cômico se não fosse trágico, mas é no período eleitoral que surge a grande dúvida quanto a separação do “joio do trigo”, se é que exista “joio e trigo”, ou tão somente “farinha azeda” do mesmo saco. Como sonhador de melhores condições para o nosso estado eu prefiro acreditar. É preciso ouvir bem e analisar de quem são as palavras que classificam políticos como ladrões e corruptos acho que isso não se encaixa em todos existe sim bons políticos, e existem os políticos corruptos pois em sua grande maioria vem exatamente daqueles que vende sua dignidade, sua cidadania, sua maior arma, o voto, transformando-o em mercadoria barata de baixo valor aquilo que poderíamos cobrar no futuro. O pior de tudo é se deparar com “lideranças”, nas eleições como ná de 2012 “rua a cima rua a baixa”, comprando votos, sem serem incomodados pelas “autoridades”, que transferem para cidadãos comuns a impossível tarefa de fiscalizar a prática ilegal, que por sua vez beneficia corruptos e corrompidos, em detrimento da coletividade. Políticos corruptos profissionais, que já eram para serem banidos da política, mas que após ficarem um tempo “de molho”, voltam como “salvadores da pátria”, com total apoio. Por fim, se você é um daqueles que só vota se alguém lhe dê uma “recompensa”, ou é aquele que compra, não diga isso ao seu filho, pois, possa ser que ao crescer ele se torne um cidadão não honesto, e sua participação nessa prática criminosa poderá envergonhá-lo pense nisso o que você faz os outros vêem.

Marina cria empresa para se manter dando palestras.

MARINA GANHOU R$ 1,6 MI COM PALESTRAS EM TRÊS ANOS, DIZ JORNAL. Candidata do PSB revela quantias a jornal, mas mantém identidade de clientes em segredo. Presidenciável criou empresa após deixar o Senado e transformou palestras em sua fonte de renda principal. Sem cargo público, mas com um capital eleitoral de quase 20 milhões de votos depois de perder a eleição presidencial em 2010, a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva abriu em março de 2011 uma empresa para proferir palestras e faturou R$ 1,6 milhão com a atividade, até maio deste ano, segundo a edição do jornal Folha de S. Paulo deste domingo (31). De acordo com a reportagem, Marina sempre manteve em segredo os detalhes sobre a atividade que virou sua principal fonte de renda desde que deixou o Senado. Mas agora, candidata à presidência da República pelo PSB, ela aceitou revelar o valor de seus rendimentos após questionamento do jornal. A Folha diz que Marina informou ter assinado 65 contratos e feito 72 palestras remuneradas em pouco mais de três anos. Ela se recusou a identificar os nomes das empresas e das entidades que pagaram para ouvi-la, alegando que os contratos têm cláusulas de confidencialidade. No ano passado, o jornal relatou que a própria Marina pediu a entidades que a tinham contratado para não divulgar seu cachê. Por causa das eleições, Marina assinou neste ano só um contrato, de R$ 132,6 mil, para apresentações em quatro países da América do Sul. A quantia desse último contrato se aproxima do valor total dos bens que ela declarou à Justiça eleitoral: R$ 135 mil (uma casa e seis terrenos, a empresa aberta para proferir palestras e uma conta no Banco do Brasil). Coalizão Também em reportagem publicada hoje, o jornal O Estado de S. Paulo diz que, se eleita, Marina terá base pequena no Congresso e deverá negociar cada projeto, dependendo bastante do PSDB. O Globo relata que, embora a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, tenha aumentado as críticas à candidata Marina Silva (PSB), a expectativa da campanha petista é que Aécio Neves (PSDB) parta para um confronto mais duro contra a pessebista para evitar a sangria de votos tucanos para a ex-senadora.

Henrique na frente de Robson .

GOVERNO DO ESTADO DO RN: PESQUISA CONSULT/NOMINUTO MOSTRA VITÓRIA DE HENRIQUE COM 17% DE VANTAGEM. Com índice de 35,3% das intenções de voto, o candidato do PMDB, Henrique Eduardo Alves, venceria a eleição de outubro próximo. Robinson Faria teria 18,3% das indicações. Os demais candidatos, juntos, somam 4%. 21,4 não sabem em quem votará e 21% escolheram nenhum/branco/nulo. Este último índice, vem confirmar o que facilmente se ver nas cidades do RN, diante da fragilidade dos nomes que concorrem a cadeira do executivo estadual. Para se ter uma ideia mais clara, duas em cada 10 pessoas, simplesmente entendem que os nomes indicados pelos partidos e alianças, não são merecedores do cargo em disputa. Apenas o gráfico abaixo foi extraído do portal Nominuto.

sábado, 30 de agosto de 2014

Dilma lidera eleitores que ganha até dois salários mínimos.

Presidente Dilma lidera no eleitorado que ganha até 2 salários mínimos, Marina vence na faixa etária entre 5 e 10 salários. A presidente Dilma Rousseff lidera a preferência do eleitorado na faixa etária das pessoas que ganham até 2 salários mínimos. Já Marina Silva é a líder no grupo de renda entre 5 e 10 salários mínimos com isso fica clara que só a classe média alto tem interesse na eleição de Marina uma vez que Aécio nao decola mais nas pesquisas. A análise foi feita pelo portal G1. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.